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O poder da autoestima durante o tratamento do câncer de mama.

O Outubro Rosa representa um momento de conscientização, mas também de apoio. No meio de consultas, exames e terapias, muitas mulheres passam por uma luta silenciosa: a diminuição da autoestima. A perda de cabelo, a mastectomia e as transformações físicas provocadas pela quimioterapia podem impactar significativamente a percepção que uma mulher tem de si mesma e, consequentemente, sua saúde emocional.

Durante o percurso de tratamento, é fundamental cuidar da autoestima como parte essencial da recuperação. Quando a mulher se sente bem internamente, enfrenta com mais força os desafios, mantém elevada a moral e aprimora sua resposta física e emocional ao tratamento.


A autoestima não diz respeito apenas à estética, mas sim ao reconhecimento do próprio valor. Pequeninas ações como optar por um lenço vibrante, usar batom, exibir um sorriso e estar rodeada de pessoas que a apoiam podem alterar bastante a situação.

Além disso, espaços de apoio psicológico e encontros de conversa com outras mulheres que passam pela mesma experiência auxiliam na reconstrução da autoconfiança e reforçam o sentimento de pertencimento e otimismo.

É crucial lembrar que a beleza não se extingue com um diagnóstico: ela se transforma. Cada marca representa coragem e superação.



O reflexo no espelho deve ser de satisfação por lutar pela vida, por desafiar seus medos e por continuar acreditando em futuros melhores.

Estimular a autoestima durante o tratamento também é uma iniciativa de saúde pública. As autoridades devem assegurar não apenas o acesso a exames e tratamentos, mas também um cuidado completo físico, emocional e psicológico. Pois quando uma mulher se sente bem, ela não apenas enfrenta a doença: ela triunfa com dignidade, esperança e amor-próprio.

 
 
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