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Mulher é agredida com golpes de capacete por colega de trabalho em Salvador

Uma mulher de 38 anos foi vítima de agressão física dentro do ambiente de trabalho, enquanto exercia sua função na portaria de um condomínio residencial em Salvador. O caso ocorreu no último sábado (8) e foi registrado por câmeras de segurança do local.

As imagens mostram o momento em que a vítima e o colega de trabalho discutem dentro da portaria. Em seguida, o homem pega um capacete que estava sobre a mesa e desfere diversos golpes contra a cabeça da mulher, que tenta se proteger com as mãos. Após a agressão, ele recolhe seus pertences, dá um tapa na vítima e deixa o local.

Segundo informações apuradas, o agressor foi identificado como Diego Silva. Ele se apresentou espontaneamente à delegacia nesta terça-feira (11), prestou depoimento e foi liberado. A Polícia Civil informou que o caso é investigado como lesão corporal dolosa.

O relato registrado aponta que a agressão teria sido motivada após o homem tentar acessar o condomínio pela contramão e ser repreendido pela colega de trabalho. Não há, até o momento, informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima.

A mulher registrou ocorrência policial, e o caso segue sob investigação.

Posicionamento do condomínio

Em nota oficial, o Condomínio Canto Belo repudiou veementemente o episódio de violência e informou que o colaborador envolvido foi imediatamente afastado de suas funções. A administração afirmou ainda que todas as medidas cabíveis foram adotadas, com apoio jurídico, reforçando o compromisso com o combate à violência contra a mulher e a promoção de um ambiente seguro e respeitoso.

A nota destaca que qualquer forma de violência — física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial — é inaceitável e representa uma grave violação dos direitos humanos.

Violência contra a mulher é crime

Casos como este evidenciam a urgência do enfrentamento à violência contra a mulher, inclusive nos ambientes de trabalho. A agressão física, além de crime, é expressão de uma cultura machista que precisa ser combatida com políticas públicas, responsabilização dos agressores e apoio integral às vítimas.

Mulheres em situação de violência podem buscar ajuda por meio dos serviços de atendimento psicológico, jurídico e social disponíveis no estado da Bahia. Denunciar é um passo fundamental para romper o ciclo da violência.

 
 
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