Movimento e equilíbrio: atividades físicas e terapias complementares fortalecem mulheres em tratamento contra o câncer de mama.
- FORTE POR SER MULHER

- 8 de out. de 2025
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O cuidado para o câncer de mama abrange muito mais do que apenas consultas médicas e quimioterapia. Cada vez mais, profissionais ressaltam a relevância de ações que promovam o bem-estar físico e emocional, como a prática regular de exercícios e terapias complementares. Essas atividades têm demonstrado efeitos positivos na qualidade de vida, recuperação e até mesmo na resposta ao tratamento das pacientes.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), mulheres que se exercitam sob orientação durante o tratamento percebem uma diminuição da fadiga, sintomas depressivos e um aumento na resistência física. Atividades recomendadas incluem caminhadas leves, alongamentos, yoga, pilates e hidroginástica, sempre considerando as limitações individuais e com supervisão adequada.

A fisioterapeuta especializada em oncologia comenta que a atividade física favorece a circulação sanguínea, melhora a qualidade do sono e diminui a retenção de líquidos comum após cirurgias mamárias. “O corpo que se mantém ativo responde melhor aos tratamentos, e a paciente adquire mais autonomia e confiança para retomar suas atividades diárias”, menciona.
Além da prática de exercícios, terapias complementares como meditação, reiki, acupuntura e aromaterapia têm sido valorizadas como importantes aliadas para o equilíbrio emocional. Embora não substituam o tratamento médico, elas ajudam a amenizar o estresse, a controlar a ansiedade e a promover um estado de tranquilidade e bem-estar.
“Durante o tratamento, é normal que as mulheres experimentem medo e incerteza. As terapias complementares oferecem um espaço de acolhimento, permitindo uma reconexão com o corpo e as emoções”, destaca a psicóloga.
Na cidade de Salvador e em outras localidades brasileiras, algumas unidades de saúde já disponibilizam essas práticas gratuitamente, como parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), instituída pelo Ministério da Saúde. Essa política representa um avanço significativo para assegurar um cuidado mais humano e integral, reconhecendo a mulher em sua totalidade corpo, mente e espírito.
Mais do que uma questão médica, a batalha contra o câncer de mama é um percurso de autodescobrimento, resiliência e superação. E o movimento, em suas diversas formas, simboliza que a vida continua vibrante, mesmo durante o tratamento.

Aumento de catecolaminas, desativando vias implicadas na proliferação e metástases.
Aumento de globulinas ligadoras de hormônios, diminuindo os níveis de estrogênio circulantes.
Diminuição no nível de lactato intra-tumoral, aliviando a imunossupressão por subprodutos metabólicos do tumor.
Diminuição de sinalizadores inflamatórios, regulando o estado de inflamação sistêmica aguda e crônica.
Redução da infiltração de macrófagos no ambiente tumoral, diminuindo a inflamação e função trófica útil ao tumor.

Sinalização para aumento dos níveis de citocinas, atraindo e ativando células natural killer (NK) e T citotóxicas.
Aumento na temperatura corporal, promovendo vasodilatação e tensão de cisalhamento, melhorando o acesso às células imunes.
Redução de adipócitos e interferência na produção de adipocinas e fatores de crescimento, diminuindo a formação de metástases de células tumorais.
Liberação de mioquinas na contração muscular, algumas são interleucinas com ação na regulação imune.
Redirecionamento de energia e substratos, diminuindo o metabolismo celular tumoral.
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