Ireuda Silva reforça compromisso no combate à violência contra a mulher e à desigualdade racial
- FORTE POR SER MULHER

- há 13 horas
- 2 min de leitura

A vereadora Ireuda Silva (Republicanos) reafirmou que o combate à violência contra a mulher seguirá como uma de suas principais prioridades no novo ano legislativo da Câmara Municipal de Salvador. A parlamentar também destacou que irá intensificar a fiscalização das políticas públicas e a promoção da igualdade racial, pautas que considera urgentes e indissociáveis.
Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e vice-presidente da Comissão de Reparação, Ireuda Silva participou, na manhã do dia 2, da abertura oficial dos trabalhos legislativos. A solenidade contou com a presença do prefeito Bruno Reis, além de vereadores e autoridades municipais.
Ao comentar o início de mais um ano de atuação no Legislativo, a vereadora ressaltou que 2026 será marcado por trabalho intenso, com foco especial no enfrentamento à violência contra a mulher, ao feminicídio e ao racismo. Segundo ela, os números alarmantes registrados no Brasil reforçam a necessidade de políticas públicas mais eficazes e permanentes.
“O feminicídio não é apenas um dado estatístico. Ele representa vidas interrompidas, famílias destruídas e uma sociedade que ainda falha em proteger suas mulheres, especialmente as mulheres negras, que são as maiores vítimas dessa violência”, afirmou.
Ireuda Silva destacou que seguirá fortalecendo a rede de proteção às mulheres, ampliando a fiscalização das ações governamentais e propondo iniciativas legislativas voltadas à prevenção da violência. A parlamentar lembrou que, somente em 2025, o país ultrapassou a marca de 1.400 feminicídios, além de milhares de casos de violência doméstica e sexual.
Em sua atuação como vice-presidente da Comissão de Reparação, a vereadora também enfatizou que o enfrentamento ao racismo precisa ser tratado como prioridade. “Não existe justiça social sem o combate ao racismo. Vamos seguir cobrando políticas de reparação, igualdade de oportunidades e respeito, principalmente para a população negra, historicamente afetada pela exclusão e pela violência”, declarou.
Por fim, Ireuda defendeu a importância da educação, da conscientização social e da atuação integrada entre os poderes Legislativo e Executivo, além da sociedade civil organizada. Para ela, combater a violência contra a mulher e o racismo exige políticas permanentes, educação continuada e compromisso diário.
“Esse é um trabalho que precisa ser feito com seriedade, sensibilidade e responsabilidade”, concluiu.
_edited_edited.png)






