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Relatório mostra aumento de mortes de jovens em ações policiais na Bahia — e o impacto para a comunidade

Um relatório recente sobre violência na Bahia revelou um aumento expressivo no número de mortes associadas a ações policiais, especialmente entre jovens, e acendeu um alerta sobre a necessidade de sistemas de segurança que protejam vidas e garantam direitos humanos.

Dados divulgados pelo Instituto Fogo Cruzado mostram que, nos primeiros seis meses de 2025, as mortes em chacinas policiais em Salvador e na Região Metropolitana aumentaram 235% em comparação com o mesmo período de 2024 — passando de 17 para 57 vítimas.

Esses números se juntam a outros levantamentos nacionais que evidenciam um padrão preocupante: a letalidade por intervenção policial no Brasil continua alta, e a Bahia aparece com índices superiores à média geral. Em 2024, pesquisas apontaram que a maior parte das vítimas de mortes em ações policiais eram jovens e pessoas negras — especialmente na faixa entre 18 e 29 anos.

Por que isso importa para você?

Quando falamos de violência policial e mortes de jovens, não se trata apenas de números — trata-se de:

  • Famílias que perdem filhos, irmãos e amigos

  • Comunidades impactadas pela dor e insegurança

  • Mulheres que vivem com medo pela segurança de seus filhos

  • Jovens que perdem oportunidades de futuro

A violência letal em intervenções policiais é um tema que atravessa desigualdades sociais e raciais — e exige discussão pública, transparência nas ações de segurança e políticas que protejam vidas.

Dados e contexto

Segundo pesquisas nacionais, a Bahia chegou a liderar o ranking de mortes por intervenção policial entre todos os estados do Brasil, com índices superiores à média nacional. Esses números refletem um quadro mais amplo de desafios na área de segurança pública, que inclui desde formação de agentes até políticas de policiamento e controle comunitário.

Especialistas e lideranças comunitárias têm destacado a necessidade de debater, monitorar e mudar práticas que colocam jovens em risco, especialmente em áreas periféricas e de maior vulnerabilidade social.

O que os números mostram?

➡️ Em Salvador e RMS, as mortes em chacinas policiais saltaram de 17 para 57 em seis meses — aumento de 235%. ➡️ A maior parte das vítimas de letalidade policial no Brasil está na faixa dos 18 aos 29 anos. ➡️ Relatórios nacionais apontam que a Bahia tem índices de mortes por intervenção policial superiores a muitos estados brasileiros.

O que pode mudar?

Para reduzir essas mortes e proteger jovens e famílias, especialistas apontam algumas ações prioritárias:

  • Aprimorar formação e protocolos policiais, com foco em direitos humanos

  • Monitoramento transparente das ações de segurança

  • Apoio a políticas sociais que ofereçam oportunidades a jovens

  • Fortalecimento de diálogo entre comunidades e forças policiais

Dialogar sobre esses temas é essencial — não apenas para cobrar respostas, mas para criar políticas que realmente protejam vidas e garantam justiça.

📌 Forte por Ser Mulher acredita que notícias de utilidade pública ajudam a fortalecer comunidades e a formular soluções que beneficiem homens e mulheres, jovens e famílias. Informação salva vidas.

 
 
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