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Ireuda Silva destaca importância da empregabilidade feminina para garantir autonomia e reduzir desigualdades


Fonte/Foto: Ascom ver Ireuda Silva
Fonte/Foto: Ascom ver Ireuda Silva

A ampliação do acesso das mulheres ao mercado de trabalho é um dos caminhos mais eficazes para promover autonomia financeira e romper ciclos de vulnerabilidade social. A avaliação é da vereadora Ireuda Silva (Republicanos), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, que tem defendido o fortalecimento de políticas públicas voltadas à empregabilidade feminina em Salvador.


Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que apenas cerca de 52% das mulheres em idade ativa participam do mercado de trabalho, enquanto entre os homens esse índice ultrapassa 70%. Além disso, elas ainda recebem, em média, cerca de 20% a menos que os homens, mesmo desempenhando funções semelhantes.

Para Ireuda, esse cenário evidencia a necessidade de ações concretas do poder público. “Quando garantimos acesso ao emprego e à renda, estamos oferecendo muito mais do que uma oportunidade profissional. Estamos dando às mulheres a possibilidade de decidir sobre suas próprias vidas, de sair de situações de violência e de construir um futuro mais digno para suas famílias”, afirmou.


A vereadora destaca iniciativas como o Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra da Mulher Soteropolitana (SIMM Mulher), que já capacitou e encaminhou mais de 5 mil mulheres ao mercado de trabalho. O programa, iniciativa sua, tem como foco ampliar oportunidades e reduzir desigualdades históricas que atingem principalmente mulheres negras e chefes de família.


“Políticas como o SIMM Mulher mostram que é possível transformar realidades. Muitas dessas mulheres são arrimo de família e, ao conquistarem independência financeira, passam a ter mais segurança e liberdade. Isso impacta diretamente toda a sociedade”, pontuou Ireuda.


A parlamentar também ressalta que a empregabilidade feminina está diretamente ligada ao enfrentamento da violência doméstica. “A dependência financeira ainda é uma das principais barreiras que impedem muitas mulheres de romper com ciclos de violência. Por isso, investir em qualificação e geração de emprego é também uma estratégia de proteção”, disse.

 
 
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