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Tatiana Sampaio, cientista que desenvolveu molécula que pode reverter lesões na medula, participa de evento no IFTM de Patrocínio.

fonte internet
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A docente e investigadora, Tatiana Sampaio, que está à frente da equipe responsável pela criação da polilaminina — uma substância que pode auxiliar indivíduos com danos na medula a recuperar total ou parcialmente seus movimentos estará presente em um evento no Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), localizado em Patrocínio, na região do Alto Paranaíba.



A “Mostra Mulheres Extraordinárias” acontecerá no dia 12 de março, com entrada gratuita, e será acessível tanto à comunidade acadêmica quanto ao público em geral. Confira abaixo como você pode se envolver.



Conforme a professora Bianca Gonçalves, que coordena o evento, a mostra de extensão buscarevelar histórias de mulheres que não são contadas pela história”. A primeira convidada confirmada para este ano, na cidade do Alto Paranaíba, já é reconhecida como um dos nomes proeminentes na ciência brasileira, dada a importância da pesquisa e os resultados já alcançados, que ainda estão em fase de testes.


fonte: internet
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A bióloga Tatiana Sampaio conseguiu sintetizar a polilaminina em um ambiente de laboratório, uma malha de proteínas que diminui no corpo com a passagem do tempo.



A pesquisa obteve proteínas de placentas e utilizou a polilaminina em um grupo de oito indivíduos com paraplegia e tetraplegia. A substância possibilitou a restauração de ligações entre os neurônios na mente e o corpo, permitindo que seis deles recuperassem a mobilidade. Um deles, que havia perdido o movimento do ombro para baixo, conseguiu andar de forma independente


Neste momento, a polilaminina sai do âmbito puramente acadêmico e inicia a primeira etapa de testes para a aprovação de um novo remédio pela Anvisa. Nesta fase inicial, as equipes irão analisar a segurança do uso da substância, verificando se ela causa ou não efeitos colaterais.


Cinco indivíduos com lesão total da medula espinhal receberão uma única dose de polilaminina até 48 horas depois do trauma. De acordo com o protocolo, elas receberão acompanhamento durante seis meses. Se não ocorrerem reações adversas significativas, as próximas etapas do estudo clínico começarão, as quais avaliarão se a polilaminina é realmente eficaz para restaurar os movimentos corporais.

 
 
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