top of page

Soco no rosto e extorsão via Pix: Passageira sofre ataque brutal e vive noite de terror durante corrida em carro por aplicativo.

Uma corrida comum virou um episódio de violência e medo na rotina de uma jovem em São Paulo. O caso, revelado pela coluna Na Mira, do portal Metrópoles, expõe falhas graves de segurança em serviços por aplicativo e levanta alerta para usuários.

Fonte: bnwes.com
Fonte: bnwes.com

Segundo relato da vítima à própria coluna, o ataque aconteceu na noite de 12 de março, quando ela solicitou um carro após sair do trabalho. O veículo que chegou correspondia exatamente às informações de modelo e placa do app, mas quem estava ao volante não era a motorista cadastrada, e sim um homem. Mesmo desconfiada, a jovem entrou no carro, acreditando que poderia se tratar de uma substituição momentânea. Foi nesse momento que a situação saiu do controle.


Assim que ela se acomodou no banco traseiro, o motorista cancelou a corrida e a puxou com força para dentro do veículo quando ela tentou sair. “Ele me puxou com muita força para dentro do carro. Foi muito agressivo. Eu fiquei paralisada de medo”, contou a vítima à coluna Na Mira.


Durante o trajeto, o agressor passou a ameaçá-la e exigiu pagamento direto pela corrida. Em um dos momentos mais tensos, ele parou o carro e ordenou que ela realizasse uma transferência via Pix. Com medo, a passageira abriu o aplicativo do banco e fez o envio para uma chave vinculada à conta da motorista cadastrada na plataforma.

Fonte: bnwes.com
Fonte: bnwes.com

Mesmo após receber o dinheiro, o homem ainda a agrediu com um soco no rosto, atingindo a região dos olhos. A violência deixou marcas físicas e agravou o estado emocional da vítima, que já estava em pânico. Após o ataque, a jovem conseguiu deixar o carro abalada, com dores no braço e no rosto. O trauma, segundo ela, permanece.


“Estou muito abalada. Foi extremamente violento. Quero que investiguem isso para que ninguém mais passe pelo que eu passei”, disse.


O caso levantou questionamentos pelo fato de que o veículo e os dados coincidirem com o aplicativo; o condutor era outra pessoa e a chave Pix utilizada estava em nome da motorista cadastrada. A vítima afirma que procurou a plataforma, mas não recebeu uma resposta considerada satisfatória.

 
 
Design sem nome (7).png
728-X-90_2.gif
bottom of page