Professora é morta e enterrada no quintal de casa; marido é preso em SP.
- FORTE POR SER MULHER

- 28 de abr.
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Uma professora de 43 anos foi encontrada morta e enterrada no quintal de casa em Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira, em São Paulo, e o companheiro dela foi preso após confessar o crime, segundo a polícia.

O que aconteceu?
O caso veio à tona após o desaparecimento da vítima ser registrado pela família. Segundo a Polícia Civil, familiares procuraram a delegacia após ficarem sem notícias de Elisângela Barbosa de Almeida desde o fim da tarde do dia 20 de abril. A partir do boletim de ocorrência, investigadores iniciaram diligências para localizá-la.
A polícia identificou inconsistências no depoimento do companheiro e foi até a casa do casal. No local, no bairro Vila São João, os agentes encontraram uma área com sinais de alteração recente no solo. A suspeita levou à escavação no quintal da residência.
O corpo da professora foi encontrado enterrado e envolto em um saco plástico preto. A Polícia Civil divulgou imagens do momento em que o corpo foi localizado no quintal, cinco dias após o desaparecimento. Dois agentes do Corpo de Bombeiros aparecem atuando na escavação.
A perícia técnica constatou lesões evidentes na vítima. Segundo a Polícia Civil, o corpo estava ocultado no terreno da casa onde o casal morava. A causa da morte não foi informada oficialmente. O corpo da professora foi sepultado ontem, no cemitério de Pariquera-Açu.
Prisão em flagrante
Jacemir Barbosa Bueno de Almeida foi preso em flagrante e confessou o crime, segundo a SSP-SP. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o homem de 39 anos foi detido na tarde de sexta-feira (24), na Vila São João, e encaminhado à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça.
O caso foi registrado como feminicídio, violência doméstica e ocultação de cadáver. A Polícia Civil informou que representou pela prisão preventiva do suspeito. As investigações seguem para esclarecer as circunstâncias do crime. A reportagem perguntou se Jacemir passou por audiência de custódia, se houve decisão sobre a prisão preventiva e quem atua na defesa dele, mas não havia recebido retorno até a publicação desta reportagem.
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