Ministérios condenam racismo contra Vini Jr. e reforçam: a luta é coletiva, firme e inegociável
- FORTE POR SER MULHER

- há 11 horas
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O Brasil não se cala diante do racismo.
O Ministério do Esporte e o Ministério da Igualdade Racial manifestaram solidariedade ao jogador brasileiro Vini Jr., vítima de mais um episódio de racismo durante partida da Liga dos Campeões da UEFA, na vitória do Real Madrid sobre o Benfica, em Lisboa.
Racismo é crime. Racismo é violência. Racismo não é “provocação de torcida” — é violação de direitos humanos.
Ambientes esportivos devem ser espaços de respeito, convivência e igualdade. Quando o racismo se manifesta, ele fere não apenas o atleta, mas toda a sociedade.
O governo brasileiro destacou como fundamental o acionamento do protocolo antirracismo durante a partida e a abertura de investigação pela UEFA. O Brasil acompanhará a apuração e espera responsabilização firme dos envolvidos.
Compromisso permanente
Em 2025, o Ministério da Igualdade Racial e o Ministério do Esporte firmaram protocolo de intenções para intensificar o combate ao racismo no esporte, com ações de:
Conscientização
Formação
Monitoramento da discriminação racial
Fortalecimento de políticas de enfrentamento
A luta contra o racismo não é individual. É estrutural. É coletiva. É política.
E é também feminina.
Nós, mulheres — especialmente mulheres negras — sabemos que o racismo e o machismo caminham juntos. Sabemos o peso de ocupar espaços que historicamente tentaram nos negar. Por isso, quando um homem negro é atacado, a luta também é nossa.
O Brasil reafirma seu compromisso com a igualdade racial, o respeito e a dignidade humana — dentro e fora dos campos.
Não é sobre um jogo. É sobre justiça. É sobre humanidade. É sobre não recuar.
Seguimos firmes.
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