INFLUENCIADORA ESFAQUEIA HOMEM ACUSADO DE ABUSAR SEXUALMENTE DE SUA FILHA DE 5 ANOS EM FRANCA (SP).
- FORTE POR SER MULHER

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O caso envolvendo a influenciadora Laryssa Campanati Pereira, de 25 anos, ganhou uma nova atualização nesta semana. Maikel Wilker Martins, de 41 anos, que havia sido acusado pela influenciadora de cometer abuso sexual contra sua filha de 5 anos, foi preso preventivamente na segunda-feira (31), em Franca, no interior de São Paulo.
A prisão foi determinada pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Franca e cumprida pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil, o pedido de prisão preventiva havia sido feito pela delegada responsável pelo caso em 26 de agosto. O inquérito foi concluído posteriormente, com o indiciamento do investigado por estupro de vulnerável.

Segundo as autoridades, a investigação reuniu depoimentos e laudos periciais. O relato da criança também foi considerado um elemento importante para o indiciamento. Maikel, entretanto, nega as acusações e, segundo reportagens locais, afirmou durante o interrogatório que não havia cometido qualquer abuso.
Após ser localizado pela polícia, o homem foi encaminhado à Cadeia Pública de Franca, onde permaneceu à disposição da Justiça. No dia 1º de setembro, ele passou por audiência de custódia. Conforme informações atribuídas ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), não foram identificadas irregularidades no cumprimento da prisão e a prisão preventiva foi mantida.
A prisão aconteceu dias depois de Laryssa ter agredido Maikel, episódio que deu grande repercussão ao caso. A influenciadora é investigada separadamente por lesão corporal e foi liberada após prestar depoimento. A investigação sobre a agressão e a apuração da denúncia de estupro de vulnerável seguem em procedimentos distintos.
De acordo com as informações mais recentes, Maikel ainda não foi condenado pelo crime. A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa, por si só, uma condenação. O processo deverá seguir as etapas previstas pela Justiça, enquanto as autoridades continuam analisando as provas reunidas durante a investigação.
A defesa de Maikel foi procurada por veículos de imprensa, mas não havia se manifestado até as últimas atualizações encontradas. O caso continua sob investigação, e a identidade da criança deve ser preservada por se tratar de uma possível vítima de violência sexual.
Fontes: Metrópoles; Sampi; Notícias de Franca; Diário do Estado de São Paulo.
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