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A vereadora Ireuda Silva destacou o mês de março como um período de reconhecimento das conquistas históricas das mulheres.

A vereadora Ireuda Silva destacou o mês de março como um período de luta, mobilização e reconhecimento das conquistas históricas das mulheres, mas também de reflexão sobre os desafios que ainda persistem. A declaração foi feita ao comentar o significado do mês dedicado às mulheres.

Segundo a parlamentar, março representa um momento de unir celebração e responsabilidade diante das desigualdades de gênero que ainda marcam a sociedade brasileira. Ela ressaltou que não é possível falar em avanços sem enfrentar questões como a violência contra a mulher, o feminicídio e o machismo estrutural.


Ireuda citou dados nacionais que apontam números preocupantes de feminicídio no país, destacando que, em média, mulheres são assassinadas diariamente por razões de gênero. Para ela, os índices evidenciam a urgência de políticas públicas mais eficazes e do fortalecimento da rede de proteção às vítimas.


A vereadora também abordou a desigualdade no mercado de trabalho. De acordo com ela, as mulheres ainda recebem salários inferiores aos dos homens, mesmo quando exercem as mesmas funções, além de acumularem responsabilidades com o trabalho doméstico e o cuidado com a família.


Apesar do cenário desafiador, Ireuda afirmou que há avanços importantes a serem reconhecidos. Ela mencionou o crescimento da presença feminina na política, na segurança pública, nas Forças Armadas, na ciência e na liderança empresarial como exemplos de conquistas recentes.


Entre os destaques, citou a indicação da médica pernambucana para o posto de general de brigada no Exército Brasileiro, classificando o fato como um marco histórico e símbolo de transformação em espaços tradicionalmente ocupados por homens.


Para a parlamentar, março deve ser encarado como um mês de luta contínua e também de esperança. “Precisamos continuar denunciando a violência e cobrando igualdade salarial e representatividade, mas também celebrar cada vitória. O protagonismo feminino não é exceção, é realidade”, concluiu.

 
 
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